A professora Virgínia Izabel, da Fundação Dom Cabral (FDC), encaminhou ao Dinheiro Minas uma análise bastante interessante sobre investir em ações para a aposentadoria. Para ela, só valeria a pena se o perfil do investidor for mais para agressivo. “As ações no longo prazo trazem bons retornos, mas muitas vezes no curto prazo pode-se perder dinheiro (as ações caem de preço). O investidor precisa ter “sangue frio” o suficiente para esperar a maré virar”, disse.
Virgínia Izabel não recomenda este tipo de investimento para pessoas que não conhecem o mercado. “Se for o caso, é bom contratar alguma corretora para acompanhar o comportamento da carteira. Identificar o momento correto de vender ou comprar uma ação exige tempo e conhecimento técnico”, ponderou. No entanto, ela destacou que há investimentos mais “fáceis” de se fazer como, por exemplo, aplicar no Tesouro Direto ou no PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa). “Estes investimentos de longo prazo possuem baixo risco e um bom retorno”, sublinhou.
A professora da FDC chamou a atenção para três pilares que precisam ser avaliados quando se decide investir para a aposentadoria: a idade atual do investidor e a idade que ele pretende usufruir dos retornos recebidos, além do montante esperado de aposentadoria. “Quanto maior for o tempo entre o hoje e a aposentadoria menor será o montante necessário para aplicação”, sublinhou.
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