Depois da inauguração da Expozebu em Uberaba (Triângulo Mineiro), o presidente Lula chegaria às 15h em Araguari, para a inauguração da segunda usina do Complexo Energético Capim Branco, que foi rebatizado de Amador Aguiar. Ele foi fundador do Banco Bradesco, onde Agnelli iniciou sua carreira. No entanto, um almoço (dizem que foi feijoada) na fazenda do empresário Jonas Barcellos, segurou o presidente até pelo menos 17h. Com mais de duas horas de espera de Agnelli, chega Lula, Aécio Neves e suas comitivas. O evento começou às 17h25 e tinha que terminar às 17h50, horário limite para os helicópteros decolarem. Aécio foi breve em seu discurso, destacou a valorização da Cemig. Agnelli, que estava comemorando aniversário, também falou pouco. Reiterou a homenagem à família Aguiar, a importância do PAC da educação, os projetos da Vale e elogiou o potencial de Minas Gerais e a condução do governo Aécio. Lula, chamado ao parlatório por Aécio com bastante entusiasmo, divertiu o público. Teve gente que disse que ele deve até ter bebido umas caipirinhas junto com a feijoada. Lula iniciou o discurso falando que Agnelli é um excelente empreendedor, mas péssimo de cerimonial por causa da confusão, que passou despercebida pela platéia, para a entrega da placa de homenagem à família Aguiar. Depois disso, entre as pérolas, Lula, ao parabenizar Agnelli pelo aniversário, disse que ele tira férias pelo menos três vezes por ano para fazer plástica e colocar botox. Lula, pela primeira vez, falou enfaticamente sobre a necessidade de investimentos em energia elétrica para evitar o início do que chamou de era nuclear. Disse que vai conversar com o Ministério Público, Organizações Não Governamentais, entidades ambientais e até mesmo com o Papa, se for preciso, aproveitando a visita dele ao Brasil.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Bastidores da Notícia - Lula x Agnelli
Depois da inauguração da Expozebu em Uberaba (Triângulo Mineiro), o presidente Lula chegaria às 15h em Araguari, para a inauguração da segunda usina do Complexo Energético Capim Branco, que foi rebatizado de Amador Aguiar. Ele foi fundador do Banco Bradesco, onde Agnelli iniciou sua carreira. No entanto, um almoço (dizem que foi feijoada) na fazenda do empresário Jonas Barcellos, segurou o presidente até pelo menos 17h. Com mais de duas horas de espera de Agnelli, chega Lula, Aécio Neves e suas comitivas. O evento começou às 17h25 e tinha que terminar às 17h50, horário limite para os helicópteros decolarem. Aécio foi breve em seu discurso, destacou a valorização da Cemig. Agnelli, que estava comemorando aniversário, também falou pouco. Reiterou a homenagem à família Aguiar, a importância do PAC da educação, os projetos da Vale e elogiou o potencial de Minas Gerais e a condução do governo Aécio. Lula, chamado ao parlatório por Aécio com bastante entusiasmo, divertiu o público. Teve gente que disse que ele deve até ter bebido umas caipirinhas junto com a feijoada. Lula iniciou o discurso falando que Agnelli é um excelente empreendedor, mas péssimo de cerimonial por causa da confusão, que passou despercebida pela platéia, para a entrega da placa de homenagem à família Aguiar. Depois disso, entre as pérolas, Lula, ao parabenizar Agnelli pelo aniversário, disse que ele tira férias pelo menos três vezes por ano para fazer plástica e colocar botox. Lula, pela primeira vez, falou enfaticamente sobre a necessidade de investimentos em energia elétrica para evitar o início do que chamou de era nuclear. Disse que vai conversar com o Ministério Público, Organizações Não Governamentais, entidades ambientais e até mesmo com o Papa, se for preciso, aproveitando a visita dele ao Brasil.
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