A outra dúvida: “Ouvi dizer que os planos podem ser trocados de financeira para outra, respeitado um prazo de portabilidade ou algo assim. Pois bem, ouvi também dizer que os planos têm que ser exatamente iguais para poderem migrar de uma instituição para outra. Só que cada banco ou instituição cria uma porção de nominhos diferentes para os planos e você fica na dúvida se eles são mesmo iguais. Como é isso?” Esses “nominhos” mais que fidelizar o cliente, o obriga a manter-se na instituição justamente pelos inúmeros detalhes que nos levam a desistir de fazer qualquer coisa. Mas, no fundo, todos seguem regras únicas do mercado. Por isso, realmente existe a possibilidade de troca de administrador. Caso você queira fazer uma mudança, pergunte sobre taxas bancárias, prazos, incidência do imposto de renda tanto do primeiro banco, como no segundo. Ter paciência e comparar é muito importante. Outra coisa, nunca acredite em promessas extraordinárias. Os bancos já padronizaram discursos para conseguirem bater metas a custa da manipulação do cliente. É quase uma lavagem cerebral.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
A Neiva, leitora do Dinheiro Minas, fez perguntas sobre previdência privada e as respostas podem ser de seu interesse também.
Ela perguntou: “O que acontece com o dinheiro poupado durante longos anos, se o banco ou empresa em que está aplicado falir, quebrar ou algo assim?” Teoricamente, nada! Os planos de previdência são estruturados na forma de fundo de investimentos e, por isso, são considerados uma empresa a parte, já que possui um CNPJ diferente. Dessa forma, o banco não pode realizar operações e nem cobrir rombos com os recursos do fundo, o que garante uma segurança muito maior do que outras aplicações em caso de falência.
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