Até pouco tempo a instabilidade econômica e os altos índices de inflação impediam as pessoas de fazerem um planejamento financeiro de longo prazo. O cenário brasileiro mudou, mas a cultura da população nem tanto. Pensar na aposentadoria enquanto jovem ainda é algo considerado bem precoce, apesar de ser cada vez mais fundamental. No entanto, muitos começam a rever conceitos, principalmente as mulheres, segundo levantamento do BrasilPrev.
A instituição apurou que cresceu significativamente o número de mulheres que contribuem com a previdência privada. Em 2001, elas representavam 37% da base de clientes. Em 2007, atingiram 41%. O interessante é que quase a metade deste grupo tem até 30 anos e que 31% também fazem previdência privada para os filhos. Este é um dado bastante interessante, uma vez que confirma a consolidação de uma nova geração de investidores.
Aquela mulher que abria a mão do futuro para atender a atual demanda da família, um erro muito comum não só do brasileiro, começa a desaparecer. Não que ela tenha deixado filhos e marido de lado. É que agora a mulher contemporânea faz planejamento para conquistar todos os seus desejos e ser feliz da juventude à velhice.
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